Simplesmente ...

... para passar!


2-2, 3-3, 4-4, 5-5 ...


... o resultado não interessa, desde que o Benfica esteja na fase de grupos da Carlsberg Cup, nada mais interessa para este jogo!


E tenho outra fezada em Adu, vamos ver ...

Heróis!

Como uma imagem vale mais que mil palavras, aqui ficam os heróis do jogo frente ao Marítimo que o Benfica venceu por 2-1.

Lindo!

Se o Benfica tivesse que ganhar sempre com 2-0 ou 2-1 e eu pudesse quem marcava, se tivesse que escolher sempre os mesmos jogadores para marcar os golos, seriam Cardozo e Adu. Ontem foi ouro sobre azul (mas que raio de expressão).


Se tivesse que definir o jogo, definia como um jogo À BENFICA! Com garra, ambição, e sofrimento. Com a expulsão de Quim tudo parecia impossível, mas a defesa da grande penalidade por Butt, revelou que o Benfica só podia vencer o jogo, a estrelinha de campeão voltou, e Adu aos 88 marcou o golo esperado por todos os Benfiquistas, grande jogada de Léo (pela direita imagine-se).


Como disse José António Camacho, ontem se o Benfica não tivesse levado de vencida o Marítimo, dava os parabéns aos jogadores da mesma forma que o fez após a vitória, tal foi a entrega e o querer que puseram no jogo.


O Benfica à Benfica está a aparecer e espero que o gigante acorde de vez e leve a equipa rumo ao título, porque o Porto vai escorregar, pode não ser hoje, pode não ser amanhã, mas vai escorregar e nós estamos cá para aproveitar, e o jogo na Luz aproxima-se e aí vamos mostrar quem é a melhor equipa portuguesa!



Imagens by record.pt

Pressão!

Logo o Benfica tem que entrar com a mesma atitude do jogo com o Celtic, de forma a cede materializar a sua superioridade e "descansar" para um resto de jogo tranquilo!
A vitória logo dá-nos o 2º lugar e põe pressão sobre o Porto que amanhã em principio terá uma vitória tranquila, no entanto nunca se sabe ...

Imagem mais uma vez com créditos totais para o A Voz da Águia.

Boa Sorte!

Boa Sorte ao Sporting de Braga para o jogo de logo frente ao Bolton, para a Taça Uefa!

Amealhem uns pontinhos para o ranking de Portugal nas competições europeias!


Grande!

O meu post anterior revelou-se acertado!

Os jogadores corresponderam com o pedido, tiveram acima de tudo grande alma e dedicação!

Entregaram-se com unhas e dentes a uma vitória que tardou em chegar, mas que se revelou mais que merecida!

Cardozo finalmente mostrou o grande ponta-de-lança que é, não pelo golo marcado, principalmente pelas oportunidades criadas, foi infeliz na finalização é certo, mas foi recompensado pelo esforço com o golo ao cair do pano!


Pode ser a rampa de lançamento para o renascimento de Óscar Cardozo e do Benfica de José António Camacho!


Uma palavra para Freddy Adu, o jovem que aos poucos se vai integrando, e está cada vez mais adaptado à realidade europeia, a muito curto prazo, penso que vamos ter o verdadeiro Freddy Adu na plenitude de todo o seu potencial!

Dedicação!

Logo espero uma vitória convicente, com a equipa a entrar em campo e a mostrar que quer vencer o jogo, com uma atitude dominadora, que empolgue e se deixe empolgar pelo público!
Tenho uma fezada que vai ser a noite de Cardozo! Seja ou não, o Benfica tem que amealhar os 3 pontos e caminhar para um resto de época com exibições de encher o olho e de vitórias atrás de vitórias!

Força Benfica!!

Lendas da Selecção (Parte II)

Depois do lançamento desta rúbrica no Águia de Ouro, todas as Quartas, sempre com a fonte a ser o site da Federação Portuguesa de Futebol, onde na parte das selecções se encontram as Lendas da Selecção.


A poucas horas do jogo com o Celtic, bem que fazia falta que o treinador-adjunto, Fernando Chalana, encarnasse em Di Maria ou Freddy Adu, e dizimasse completamente a defesa escocesa.



CHALANA 1959-…


O talento infinito do «Cyrano de Bérgerac»


Nome: Fernando Albino de Sousa Chalana

Data de nascimento: 10-2-1959

Naturalidade: Barreiro

Posição: extremo-esquerdo

Clubes principais: Benfica, Bordéus, Estrela da Amadora e Belenenses

Jogos pela Selecção Nacional: 27/2 golos Estreia: 17-11-1976, em Lisboa, frente à Dinamarca (1-0) Último jogo: 12-11-1988, em Gotemburgo, frente à Suécia (0-0)

Raramente se encontrava tanta dose de talento em figura tão estranha: um homem pequenino, de grande nariz, cabelo comprido e bigode grosso; um destro que jogava pela esquerda, com o pé esquerdo, e que se lembrava volta e meia que o pé direito era o «seu pé» e surpreendia os adversários e o público. Em 1984, durante o Europeu de França, fez as delícias da imprensa francesa. Chamaram-lhe Astérix e Cyrano de Bérgerac. Admiraram as suas fintas assombrosas, os seus passes perfeitos, os seus centros bem medidos, a forma como em espaços curtos se libertava de dois e três opositores para correr, depois, por todo aquele espaço livre que acabara de inventar.

Chalana foi, seguramente, um dos expoentes máximos do futebol português e da Selecção Nacional. Depois de tantas frustrações vividas após o Mundial 66, com Portugal a falhar consecutivamente as fases finais dos Campeonatos da Europa e do Mundo, Fernando Chalana foi a imagem de um país pequeno mas cheio de talento que se rebelava contra a ditadura dos mais fortes. A meia-final contra a França, em Marselha, foi um palco extraordinário para toda a sua capacidade. Apesar da dolorosa derrota (2-3), concedida no prolongamento, os malabarismos de Chalana, ora na esquerda, ora na direita do ataque português, deixando de joelhos os defesas franceses para criar um medo-pânico na sua grande-área, ficaram na retina de todos quantos tiveram a felicidade de assistir a esse jogo incrível e emocionante.

Depois de ter começado no Barreirense, Fernando Chalana tornou-se, num abrir e fechar de olhos, na coqueluche do Benfica. Com apenas 17 anos ganhou espaço na equipa e, apesar de duas fracturas graves, foi cumprindo o percurso que todos lhe vaticinavam: o de se tornar um dos melhores jogadores portugueses de todos os tempos. As suas exibições no Euro 84 quase que o obrigaram a sair para o estrangeiro. Escolheu Bordéus onde jogavam muitos daqueles que tinham sido seus adversários na célebre meia-final de Marselha – Tigana, Lacombe, Giresse, Batiston, Amoros – mas não foi feliz. Talvez o pequeno português não tivesse a alma de emigrante de tantos dos seus compatriotas… Uma lesão grave, na coxa, um tratamento mal feito, conflitos com os dirigentes bordaleses, tudo contribuiu para a tristeza de um homem que jogava um futebol feliz. Regressou a Portugal, ao Benfica e à Selecção Nacional. Num Estádio da Luz repleto, o jogo em que voltou a jogar com a camisola encarnada foi apoteótico: o público, adversários e companheiros aplaudiram demoradamente a sua entrada em campo, substituindo um companheiro. Mas as lesões não o abandonaram. Voltou a ter momentos de brilho intenso e a cair em fases de inactividade forçada. Sairia do Benfica a contragosto, jogaria no Belenenses e no Estrela da Amadora, tornar-se-ia treinador, primeiro nas camadas jovens, mais tarde nos seniores de equipas de menor expressão. Foi como técnico adjunto que voltou ao Benfica