6 Jogos para Bynia!

Retirado integralmente d' O Anti Tripa:

6 jogos?Será mesmo a UEFA imparcial?



Cá está a imparcialidade da UEFA.

Binya castigado sim....mas.....atentem os merdosos da UEFA neste lance anterior e que felizmente para o binya, infelizmente para os dragartos, o escocês não teve a pontaria do camaronês....

Um agradecimento especial ao nsalta que nos enviou o video.

P.S.- seguem-se uns videozinhos de umas barbaridades cometidas por uns azuis e brOncos...nesta liga e que ninguém viu.....LOL....

Psssst! Ó merdosos da UEFA gostaram dessa entrada sobre o "tal" assassino? Então vejam este apanhado:

Sub-21!

A nossa selecção de Sub-21, tem logo um teste de fogo na caminhada para o Europeu da categoria.
A Inglaterra cada vez que jogou cá contra a nossa selecção de jovens, regressou a casa com uma derrota, esperemos que a tradição ainda seja o que era!
Força rapazes!


Mestrados em Inglês?


Desvio-me agora um pouco do tema habitual do blog, para citar um artigo do professor Jorge Miranda, do Público de 15 de Novembro, em que se refere aos mestrados virem a ser leccionados inteiramente em Inglês.

Pois em estando neste momento a tirar o mestrado na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, tenho todas as disciplinas em Inglês, apresento os trabalhos em Inglês, tenho as aulas todas em Inglês e faço os exames em Inglês, sendo que os enunciados são claro, em Inglês.

Perante isto e achando uma injustiça que a estrutura do mestrado seja em Inglês, aqui deixo o artigo do constitucionalista Jorge Miranda:

"MESTRADOS EM INGLÊS?
15.11.2007
Jorge Miranda (Professor universitário, constitucionalista )

Leio no último Expresso, de 10 de Novembro, que o ministro Mariano Gago, em encontro de professores, alunos, reitores e políticos de 27 Estados da União Europeia, realizado em Lisboa, terá proposto que o inglês se torne a língua oficial do segundo ciclo de estudos superiores segundo Bolonha, quer dizer do mestrado. Leio e não quero acreditar. Mas, a ser verdade, trata-se de algo de muito grave e chocante, que não pode ficar sem reparo.
Não está em causa, evidentemente, a importância do inglês. O que está em causa é a tendência para uma visão monolítica e imperial da sua importância.
Em primeiro lugar, aquela proposta contende com a própria ideia da Europa, assente na diversidade e na complementaridade de línguas e identidades nacionais. Não se vem mesmo defendendo que, para além da língua materna, os europeus deveriam conhecer duas, e não apenas uma, línguas estrangeiras?
Em segundo lugar, no que toca a Portugal, não é a língua portuguesa a língua oficial da República, como prescreve o art. 11.º da Constituição? Então em universidades e institutos politécnicos portugueses pode haver, ou haver generalizadamente, ensino em língua diferente do português? Mesmo com a, aliás, desejável presença de maior número de professores e alunos vindos de outros países, não vai continuar a imensa maioria de professores e alunos a ser constituída por portugueses? Professores portugueses vão ensinar em inglês a alunos portugueses? Tal roça o mais cerrado novo-riquismo.
Em terceiro lugar, não é o português a terceira ou a quarta língua europeia mais falada no mundo e a língua oficial de oito Estados, e, até 2049, de Macau? Como esquecer os laços com estes países, donde, justamente, vêm mais de 90 por cento dos alunos estrangeiros que frequentam os mestrados em Portugal? E como esquecer os esforços de tantos e tantos professores que, com sacrifício, em África e em Timor, ensinam português?
Em quarto lugar, justamente por a Europa se basear na diversidade e precisar da diversidade linguística para se distinguir, a mobilidade dos alunos, ao abrigo do Programa Erasmus Sócrates, tem estado sempre ligado à aprendizagem da língua do país de acolhimento como fonte de enriquecimento cultural e de compreensão entre os povos. E, assim, também deve ser com professores que não venham, simplesmente, fazer uma conferência. Estabelecer uma língua única no mestrado seria inverter completamente esta saudável linha orientadora.
Em quinto lugar, o ensino em inglês, em determinados cursos seria de todo em todo, inapropriado. Basta pensar nos cursos de línguas clássicas e românicas ou de Filosofia. Basta pensar no curso de Direito, sabido como é serem muito diferentes os esquemas conceptuais e as terminologias do sistema jurídico continental ou romano-germânico e do sistema anglo-saxónico.
Em sexto lugar, o mestrado, quando reduzido a dois semestres lectivos, está longe de se comparar com o mestrado científico introduzido entre nós - com êxito - desde 1980. Tendo passado a duração das licenciaturas a quatro ou a três anos, não é mais que um seu complemento. De resto, um pouco por toda a parte, já se vão reconhecendo os excessos e os malefícios trazidos por aplicações rígidas do processo de Bolonha.
Em sétimo lugar, a eventual proposta em causa, naturalmente dirigida a Bruxelas e se aí acolhida pelos órgãos da União Europeia, incorreria no mesmo pesado erro de tantos regulamentos e directivas de cunho uniformizador, sem prévio debate democrático e de mera justificação tecnocrática. Essa ânsia de uniformização “legislativa” (que nem sequer Estados federais conhecem) representa um desvio ao rumo originário e original da integração europeia.

P.S. - Infelizmente, já há poucas coisas que me causam espanto. Ao que me disseram, na Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa, as reuniões do conselho científico decorrem em inglês! Como é possível que um órgão administrativo de uma entidade pública portuguesa funcione sem ser em língua portuguesa?"

Vergonha ...

Até quando situações destas vão ser permitidas pelos órgãos responsáveis pelo nosso futebol?

Então os jogadores quando são emprestados, não é proibido a proibição (face o pleonasmo) da utilização dos jogadores face ao clube de origem?

Então porque é que os jogadores não podem jogar contra o Porto?

Ou porque estão sempre lesionados e na semana a seguir estão recuperados?

É uma vergonha as coisas passarem-se desta forma, às claras, sem responsabilização e culpabilização de ninguém!

In Jornal Record

Ataque-Contra-Ataque!

É este o lema do futsal, e quem se lembrou dele, em boa hora o fez, quem vê um jogo de futsal, arrisca-se a ver espectáculo e muitos golos (na maioria das vezes).
Já assisti a dois jogos do Europeu de Futsal, e vi que Portugal precisa ainda de alguma coisa, para se poder bater com a Itália e a Espanha, mas acredito também que ao longo deste Europeu, a selecção nacional irá crescer mentalmente e unir-se à volta de um sonho que é o título Europeu.

Tenhamos fé que Ricardinho e Companhia possam mais uma vez trazer felicidade e orgulho ao desporto português que tantas vezes por esse mundo fora, enche o Português de orgulho a uma pátria que nem sempre estimamos como sendo nossa...

Pobre, muito pobre ...

Com tantos jogadores de luxo, ninguém podia esperar que a nossa selecção tivesse exibições tão pobres, como por exemplo teve contra a Arménia, no passado Sábado em Leiria.
Mas como temos os jogadores de luxo (Simão, Quaresma, Cristiano Ronaldo, Miguel Veloso), temos os jogadores normais (Hugo Almeida, Ricardo, Caneira, Fernando Meira, Maniche) e depois temos os horríveis (Bruno Alves e Bosingwa), o que torna a selecção Portuguesa uma selecção média, por estes desequílibrios todos.

Enquanto tivermos jogadores lesionados como Miguel, Paulo Ferreira, Petit e Deco, com as apostas recorrentes de Scolari a jogadores horríveis, iremos sempre sofrer contra "Arménias" e "Cazaquistões". Mas espero que Scolari se possa iluminar e "ver" que há jogadores que não têm qualidade alguma para jogar numa qualquer selecção que se afirma "à conquista do título europeu".

Enfim é o que temos, valeu Hugo Almeida, senão seria Makukula a salvar-nos, e Portugal no pior grupo de sempre de qualificação, a chegar à ultima jornada com hipóteses de não se qualificar...

Sumaríssimo!

A Pedro Proença e Pedro Henriques pelos clássicos Porto-Sporting e Benfica-Sporting.

Pedro Henriques é na minha opinião o melhor árbitro português, independentemente de ter ou não prejudicado o Benfica em algum jogos, mas não é isso que está em causa, mas sim a avaliação global como árbitro e aí Pedro Henriques merece sem dúvida nota muito positiva.

Os dois árbitros já reagiram à descida das suas notas nos clássicos, ameaçando a comissão de arbitragem:

Pedro Proença: "Apresentei contestação e espero que a nota inicial seja reposta. Senão têm de avançar com sumaríssimo contra Quaresma"

Pedro Henriques: "Se interpretar a lei à letra, ao fim de 15 minutos não há jogadores em campo. Se acham que não faço falta no futebol, vou-me embora"

Pedro Proença diz e bem, que este não era o timing exacto para a acção contra os árbitros, é um pouco tardio, dado que o jogo se realizou na 2ª jornada. Mas em relação ao sumaríssimo a Quaresma, diz e bem, que devia ter sido instaurado, mas neste momento Quaresma já estava com dois sumaríssimos acumulados, o que não convinha à comissão de arbitragem e ao sr.Vítor Pereira.

Lendas da Selecção (Parte V)



A liderança de Coluna e a classe de Germano

Nome: Humberto Manuel de Jesus Coelho

Data de nascimento: 20-5-1950

Naturalidade: Porto

Posição: defesa central

Clubes principais: Benfica e Paris Saint-Germain

Jogos pela Selecção Nacional: 64/6 golos

Estreia: 27-10-1968, em Lisboa, frente à Roménia (3-0)

Último jogo: 27-4-1983, em Moscovo, frente à Rússia (0-5)

Quando, naquela tarde fria de Moscovo, uma das mais negras da história da Selecção Nacional, Humberto Coelho, o «capitão» de Portugal, se ressentiu da lesão que lhe atormentava o joelho direito, não imaginava, com certeza, que estava a dizer adeus à equipa das quinas. Mas foi isso mesmo que aconteceu.

Humberto Coelho foi um dos mais extraordinários defesas centrais do futebol português e europeu. Aliava à capacidade de liderança de Coluna, que lhe valeu rapidamente o estatuto de «capitão» de equipa na Benfica e na Selecção Nacional, a classe de Germano. Com um toque muito seu, ainda: o de ter absorvido desde muito jovem essa característica moderna de um defesa central que o fazia surgir tanto na área defensiva como na área contrária, criando desequilíbrios e marcando golos.

A sua paixão pelo futebol foi sempre contrariada em casa, pelos pais, que queriam vê-lo continuar os estudos, algo que Humberto Coelho foi tentando, e com bons resultados, durante a sua adolescência, ao mesmo tempo que jogava nas camadas jovens do Ramaldense. Mas, aos 16 anos, o convite do Benfica foi irrecusável: 25 contos para o bolso do jovem Humberto, 40 contos para o clube de Ramalde. Durante duas épocas foi o grande «capitão» da equipa de juniores dos «encarnados», tendo como treinador Ângelo Martins, um dos campeões europeus. Foi numa digressão ao Brasil que se estreou, em Agosto de 1968, na equipa principal, sob orientação de Otto Glória, e num dos jogos até lhe coube a marcação a Pelé. Entrava no futebol maior pela porta grande.

Também foi pela porta grande que entrou na Selecção Nacional, então comandada por José Maria Antunes. Tinha apenas três meses de experiência na I Divisão e viria a ser «internacional» durante quinze anos. É, de certa forma, triste que a sua geração, composta por jogadores de talento insofismável, como João Alves ou António Oliveira, tenha falhado as fases finais dos Campeonatos do Mundo e da Europa. Por pouco, por muito pouco, Humberto Coelho não foi o «capitão» de Portugal no Europeu de 1984, em França. Já tinha cumprido sete campeonatos pelo Benfica (5 títulos de campeão); já tinha jogado duas épocas no Paris Saint-Germain (ainda longe do sucesso que viria a ter nos anos 90); voltara a Portugal e ao Benfica em 1977; comandara as «águias» nas suas novas aventuras europeias, no tempo de Sven-Göran Eriksson. Tinha 33 anos, mas era um dos indiscutíveis de Otto Glória, primeiro, e depois do quadrunvirato – Cabrita, Toni, Morais e José Augusto – que substituíram o brasileiro no cargo de Seleccionador. Portugal chegou a França, mas Humberto não. O joelho direito não deixou. Na véspera do jogo contra a Finlândia (5-0), em Alvalade, ficou definitivamente afastado do que poderia ter sido o momento mais brilhante da sua carreira fantástica.

64 jogos com a camisola dos cinco escudos azuis. E a presença na Minicopa, em 1972, no Brasil, uma das grandes sagas da história da Selecção Nacional. Durante um mês, em Natal, Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, Portugal realizou exibições tremendas e obteve vitórias retumbantes num pequeno Campeonato do Mundo que obrigou os portugueses a 8 encontros, incluindo a final do torneio, perdida para o Brasil campeão do Mundo, em pleno Maracanã, com um golo de Jairzinho no último minuto (0-1). Humberto jogou todos os jogos.

Foi treinador do Salgueiros e do Braga, fundou a primeira Escola de Futebol em Portugal, surgiu sempre como um dos grandes candidatos à presidência do Benfica, viu as suas qualidades de técnico serem questionadas por comentadores sem autoridade. A isso respondeu, depois de ter sido nomeado Seleccionador Nacional em 1997, com a presença de Portugal na fase final do Euro 2000, na Holanda e na Bélgica, e com a conquista do 3º lugar, perdendo apenas a meia-final contra a França, campeã do Mundo. Novas perspectivas surgiram e ainda foi seleccionador de Marrocos e da Coreia do Sul.