José Veiga: "Benfica Campeão Europeu"

Notícia retirada do site de ABOLA:

"O ex-director-geral do Benfica admitiu que espera «um dia» regressar e concretizar o sonho de conquistar a Liga dos Campeões. No entanto, José Veiga realçou que o seu livro («Como Fazer o Benfica Campeão») não é o prenúncio de uma possível candidatura à presidência do clube.

"Se gostaria de um dia regressar ao Benfica? Claro que sim, porque além de ter realizado o sonho de ser campeão, tenho outros sonhos. Tenho o direito de sonhar e de ser campeão europeu com o Benfica. De fazer o Benfica ganhar três campeonatos de cinco em cinco anos, porque é esse o seu passado. Caso contrário, alguma coisa está errada», afirmou José Veiga, em declarações à SIC Notícias.

O ex-dirigente encarnado revelou que está pronto para «discutir» sobre o Benfica e os seus problemas, mas não está «disponível» para discussões do foro «particular»: «O meu objectivo não é ofender ninguém. O meu objectivo é apenas acordar para realidade e debater este problema. Se as pessoas querem debater a gestão desportiva, estou cá para isso; se querem discutir sobre o Benfica, também estou disponível. Agora se querem provocar ou ofender pessoas a nível particular, não contem comigo.»

Ora esta é a minha parte da escrita: se é para fazeres do Benfica Campeão Europeu então junta-te já ao clube, ganhamos este ano a Uefa e daqui a dois a Champions! Eu posso dizê-lo, porque fui daqueles que sempre apoiei José Veiga e o seu trabalho no clube...

Lendas da Selecção (Parte VII)

Como sempre retirado do site da FPF

GERMANO 1932-2004
Em todos os lugares do campo


Nome: Germano de Figueiredo
Data de nascimento: 13-12-1932
Naturalidade: Lisboa
Posição: defesa central
Clubes principais: Atlético e Benfica
Jogos pela Selecção Nacional: 24
Estreia: 29-11-1953, em Lisboa, frente à Áustria (0-0)
Último jogo: 16-6-1966, em Manchester, frente à Bulgária (3-0)

A vida de Germano esteve sempre mergulhada num certo fatalismo difícil de explicar. Ficou órfão muito cedo, sofreu as agruras de uma pleurisia no auge da sua carreira, depois de deixar os relvados viveu de tal modo afastado do futebol que nem entrevistas concedia, raramente sendo visto num estádio. E foi, também, o escolhido para assumir a baliza do Benfica naquela terrível final da Taça dos Campeões Europeus, disputada em S. Siro, frente ao Inter, depois da lesão de Costa Pereira. Esse episódio ficará como um exemplo da sua coragem.

Aliás, se uma palavra fosse necessária para definir Germano, coragem era uma escolha inevitável. Ou serenidade. Foi com coragem e serenidade que levou a sua vida e a sua profissão. Adolescente ainda, tornou-se guarda-redes das camadas jovens do Atlético, mas rapidamente decidiu que preferia ter a bola nos pés do que nas mãos. Foi-se afirmando a pouco e pouco e seria o húngaro Janos Biri a lançá-lo no futebol maior, empurrando-o para a titularidade numa equipa que, depois de cinco anos de luta pela manutenção, acabaria por baixar à II Divisão. Só que, em Dezembro de 1955, depois de um jogo pela Selecção de Lisboa contra a Selecção de Madrid (2-5), em Chamartín, foram-lhe diagnosticados problemas pulmonares. Esse Inverno foi agreste, em Portugal e no resto da Europa. Mas Germano continuou a jogar, indiferente às intempéries, pelo Atlético e pela Selecção Nacional, na qual se estreara um ano antes. A pleurisia obrigou-o a parar e a ser internado no Hospital de Santa Maria. Voltou aos relvados até que a inspecção para o serviço militar o considerou inapto para o exercício físico, ficando toda a época de 1956-57 sem jogar e sendo obrigado a um longo período de recuperação no Sanatório do Caramulo. Um ano dramático para Germano que assistiu, impotente, à forma como o Sporting, que já tinha contactado o Atlético com vista à sua contratação, se desinteressava e abandonava o negócio.

Só aos 27 anos sairia da Tapadinha. Destino: Estádio da Luz. Estava em pleno poder de todas as suas capacidades e tinha a maturidade necessária para se impor como grande defesa central da equipa que iria conquistar a Europa. Na Selecção Nacional, que representou durante treze anos, jogou em variadas posições, tanto no seu lugar preferido, o de central, como no meio campo e até no ataque, num jogo frente à Argentina (0-2), em 1961, desempenhando a função de distribuidor de jogo, só ao alcance de quem dispunha, como ele, uma técnica apuradíssima com ambos os pés. Em Inglaterra, no Mundial de 1966, era ele o «capitão», apesar de só ter disputado um jogo, frente à Bulgária. Tinha 33 anos e o Benfica dispensou-o.

Jogaria ainda no Salgueiros, na II Divisão, foi adjunto de Otto Glória, no Benfica, no ano em que os «encarnados» perderam nova final da Taça dos Campeões, frente ao Manchester United (1-4), em Wembley, e abandonou o futebol por completo, com a leveza, educação e seriedade com que sempre jogou.

Campeões!


São uns campeões os 11 jogadores do Benfica que hoje gelaram por completo o Estádio Olímpico de Donetsk!

Frente ao Shakhtar Donetsk o Benfica entrou com a garra que tinha falado na antevisão do jogo, Cardozo foi o matador, fama pela qual foi contratado para envergar a camisola 7 do maior clube do Mundo!

Quando o defesa do Shakhtar atrasou a bola para o GR, eu gritei prontamente golo, antevendo o que se ia passar e festejando logo o golo que segundos depois se confirmava!
O golaço de cabeça, mostra que Cardozo não é fraco pelo ar, apenas precisa de jogos, cruzamentos, remates e aí surgirão os GOLOS!


Grande Benfica, grande Rui Costa, o verdadeiro maestro no dia de hoje, grande Katsos e Petit a fechar o meio campo!
Pequenos, só duas personagens Kyros Vassaras ao assinalar um penaltie inexistente, e Luís Filipe que perdeu todas as bolas que disputou!

O Benfica segue para a Taça Uefa, mantendo a carreira na Europa imaculada, e mantendo assim os Benfiquistas a sonhar numa conquista europeia!


Créditos de imagem e grafismo: UEFA

O Rei!

O Rei dos Goleadores!


O goleador italiano Phillipo Inzaghi, do AC Milan, ao marcar esta noite frente ao Celtic (1-0) passou a ser o melhor marcador de todos dos tempos das Taças Europeias.

Gerd Muller detinha o recorde com 62 golos, mas, esta noite, Inzaghi inaugurou o marcador, em San Siro, diante os escoceses do Celtic e acabou por conseguir quebrar a marca. O avançado italiano conta agora com 63 golos em 98 jogos em competições europeias.

Indiferente!

Foi assim:


Mas podia ser assim:


Era indiferente quem ganhasse, pois são sem dúvida os dois melhores jogadores do Mundo da actualidade!!

Muito Frio!

Para ultrapassar o muito frio que vai estar à hora do jogo do Benfica na Ucrânia, só a vontade que os jogadores têm de ter, e as "ganas" que José António Camacho quer que a equipa tenha sempre!

Vai ser um jogo de muito sofrimento, com apenas um Benfica muito forte a conseguir ultrapassar todos os factores que amanhã estarão contra o Benfica!

Rumo à Uefa!

Exige-se uma vitória ao Benfica e a José António Camacho para o Benfica continuar nas competições Europeias!

A garra e a vontade vão ter que ser 10 vezes superiores ao que o Benfica apresentou no último Sábado e o frio da Ucrânia não vai ajudar!

Daí o Benfica ter que entrar destemido e com vontade de superar o adversário de amanhã!

Sabor amargo...

Foi assim que o Clássico me deixou, não porque o Benfica perdeu, não porque perdeu contra o Porto, mas sim porque perdeu e não fez nada por ganhar!

Muitos tentam dizer que na segunda parte o Porto não atacou, que foi azar, que isto e que aquilo, mas eu não vi na equipa do Benfica a atitude vencedora que teve por exemplo contra o Milan, ou que teve contra a Académica quando estava a perder por 1-0. Vi um Rui Costa desgastado, um Nuno Gomes trabalhão, um David Luiz a ser comido por um Quaresma como se não fosse nada, um Léo ... (o Léo jogou?), e o Luís Filipe a fazer o que já nos habituou (nada!).

Na segunda parte o Porto recuou e deu o domínio do jogo ao Benfica, que não teve qualidade nem vontade para dar a volta ao jogo.

Nuno Gomes teve a oportunidade do jogo aos 50 segundos, e acredito se ele não tem rematado a bola para a linha lateral (entretanto apareceu Pedro Emanuel a evitar que para lá fosse), o jogo tinha sido diferente, mas não foi, porque Cardozo é o matador do Benfica e ali de certeza que não falhava.

Meter Adu a 10 minutos do fim como se de oxigénio se tratasse, não chega, e o americano é muito bom, mas tem que jogar muito mais, entrou e ia fazendo golo, se a bola entrasse Camacho seria um visionário, mas a verdade é que Freddy Adu já demonstrou que tem qualidade, finaliza bem e merece jogar mais. Ainda espero ver Adu entrar a titular esta época na Liga, mas já nem digo nada em respeito a isso.

Parabéns ao Porto, ao Quaresma, aos meus amigos portistas que ficaram todos contentes!


PS: Jesualdo Ferreira mostrou mais uma vez a falta de carácter que tem demonstrado desde que assinou pelo clube de Pinto da Costa.

PS2: Jorge Sousa é muito fraquinho, mas depois do que vi neste fim-de-semana, numa arbitragem pelas distritais alentejanas, posso dizer que a arbitragem portuguesa é uma vergonha (e sim, um jogador levou vermelho directo por dizer "isto é uma vergonha!").


Ficha do Jogo:

12ª Jornada da Liga BWin

Estádio da Luz, em Lisboa

Árbitro: Jorge Sousa (AF Porto)

SL BENFICA: Quim; Luís Filipe, Luisão, David Luiz e Léo; Petit e Katsouranis (Cardozo, 64 m); Maxi Pereira (Di María, 70 m), Rui Costa e Cristián Rodríguez; Nuno Gomes (Freddy Adu, 78 m).

FC PORTO: Hélton; Bosingwa, Bruno Alves, Pedro Emanuel e Fucile; Lucho Gonzalez, Paulo Assunção e Raúl Meireles (Bollati, 80 m); Tarik Sektioui (Hélder Postiga, 60 m), Lisandro López e Ricardo Quaresma (Mariano González 68 m).

Disciplina: Amarelos a Fucile (43 m), Tarik (52 m), Katsouranis (62 m), Di María (75 m) e Helton (86 m).

Golos: 0-1, Quaresma (42 m).