Se no último Mundial deixei um apelo para nos unirmos em nome de um povo, de uma selecção, de uma equipa, de um país, apesar de todos os problemas, todas as desavenças, todas as descrenças, hoje é imperativo unirmo-nos em nome de Portugal!
Paulo Bento tem muito crédito junto dos portugueses, foi treinador e aguentou no Sporting o que nunca ninguém conseguiria, foi um excelente jogador no Benfica, e foi várias vezes apontado ao FC Porto para substituir Jesualdo, com a conivência e a aceitação da massa adepta portista.
Hoje entra em campo a nova era da Selecção, uma Selecção renovada q.b. que com a convocação de 23 jogadores deixou todos felizes e contentes. O onze que entrar em campo será o onze de todos nós, os 3 que substitutos chamados por Paulo Bento serão os que todos nós queremos, assim tem que ser dado o apoio incondicional a um grupo de trabalho para que o Euro2012 seja uma realidade e não voltemos a tempos em que assistíamos às grandes competições internacionais pela Televisão sem vermos as quinas ao peito de nenhuma selecção presente na montra.
Se as notícias que correm se confirmarem, será feita justiça a um jogador que já provou merecer há muito a batuta da Selecção Nacional! Carlos Martins encarna no seu jogo tudo o que podemos pedir à Selecção! Assim façam todos os que vestirem a camisola de todos nós!
Força Portugal! Rumo ao Euro2012!
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António Pista
on sexta-feira, 8 de outubro de 2010
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Piloto Automático!
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António Pista
on quarta-feira, 8 de setembro de 2010
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Mau demais para ser verdade!
A nossa selecção claudicou nos momentos da verdade, jamais se conseguiu levantar das cinzas, e o fantasma de Scolari rondará por aí por mais algum tempo!
É necessário ter alguém à frente da selecção que dê credibilidade a todo o projecto, e não falo do seleccionador, que terá que ter outras qualidades que não as de Queiroz, mas sim, o líder da Federação terá que ser alguém com quem os portugueses se identifiquem e possa voltar a dar credibilidade a uma estrutura que vive os piores dias dos largos últimos anos!
Por sua vez, o seleccionador não poderá ser uma pessoa soberba (e este adjectivo não é nada de bom...), nem sobranceira, olhando por cima do ombro, como se transportasse o Rei na barriga. Carlos Queiroz tem sido o pior que podia ser, não só a nível técnico, mas fundamentalmente a nível humano e pessoal!
A Federação precisa de sangue novo, e possivelmente será a geração de ouro que a poderá levantar. Rui Costa, Figo e Vitor Baía, porque não? Com um presidente mais batido e que saiba da poda...
O nome de Fernando Seara tem sido ventilado nos bastidores, mas não acredito que o edil de Sintra deixe esse legado e passe para outro, não menos importante, mas que defraudaria os seus eleitores do passado...
Outros falam de mais uma guerra Benfica-Porto pelo poder na Federação, mas acreditem meus amigos, a Federação e por consequência a nossa Selecção precisam de união neste momento, e não de mais uma guerra palaciana...
O fim chegou, e aqueles que levaram o barco ao fundo, devem abandoná-lo imediatamente, para este se poder reerguer das cinzas, qual Fénix...
A nossa selecção claudicou nos momentos da verdade, jamais se conseguiu levantar das cinzas, e o fantasma de Scolari rondará por aí por mais algum tempo!
É necessário ter alguém à frente da selecção que dê credibilidade a todo o projecto, e não falo do seleccionador, que terá que ter outras qualidades que não as de Queiroz, mas sim, o líder da Federação terá que ser alguém com quem os portugueses se identifiquem e possa voltar a dar credibilidade a uma estrutura que vive os piores dias dos largos últimos anos!
Por sua vez, o seleccionador não poderá ser uma pessoa soberba (e este adjectivo não é nada de bom...), nem sobranceira, olhando por cima do ombro, como se transportasse o Rei na barriga. Carlos Queiroz tem sido o pior que podia ser, não só a nível técnico, mas fundamentalmente a nível humano e pessoal!
A Federação precisa de sangue novo, e possivelmente será a geração de ouro que a poderá levantar. Rui Costa, Figo e Vitor Baía, porque não? Com um presidente mais batido e que saiba da poda...
O nome de Fernando Seara tem sido ventilado nos bastidores, mas não acredito que o edil de Sintra deixe esse legado e passe para outro, não menos importante, mas que defraudaria os seus eleitores do passado...
Outros falam de mais uma guerra Benfica-Porto pelo poder na Federação, mas acreditem meus amigos, a Federação e por consequência a nossa Selecção precisam de união neste momento, e não de mais uma guerra palaciana...
O fim chegou, e aqueles que levaram o barco ao fundo, devem abandoná-lo imediatamente, para este se poder reerguer das cinzas, qual Fénix...
José Torres!
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António Pista
on sexta-feira, 3 de setembro de 2010
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Infelizmente, não tive oportunidade de ver José Torres jogar, pelo que vi em vídeos, principalmente a assistir Eusébio, e do Mundial de 1966 deu para ver a categoria do "Bom Gigante", partiu hoje, aos 71 anos, vítima de doença prolongada. A família Benfiquista perdeu um herói!
"José Torres de nome completo José Augusto da Costa Sénica Torres (Torres Novas, 8 de Setembro de 1938- 3 de setembro de 2010) foi um antigo jogador de futebol da selecção portuguesa. Jogava na posição de avançado.
Foi mais feliz no Nacional da I Divisão, cujo título saboreou por nove vezes. Individualmente teve a sua coroa de glória na temporada de 1962/63, quando se sagrou (com 26 golos) o melhor marcador do Campeonato Nacional. Torres iniciou-se no clube da sua terra natal (o Torres Novas) e terminou a actividade no Grupo Desportivo Estoril Praia, em 1980, com 42 anos.
Tal como Eusébio, Coluna e Simões, Torres foi um dos poucos atletas que fizeram os seis encontros da qualificação, assim como efectuaria, já na Inglaterra, todos os desafios da fase final (marcando três golos em Inglaterra) do Campeonato do Mundo de 1966. A carreira do futebolista de Torres com a camisola das quinas terminou a 13 de Outubro de 1973 curiosamente, de novo num Portugal-Bulgária (2-2) para o Campeonato da Europa precisamente, também, o jogo de despedida de Eusébio e Simões.
Torres já não se encontrava nessa altura no Benfica, mas sim no Vitória de Setúbal, clube pelo qual registou as suas duas últimas internacionalizações.
Chegava ao fim o percurso do jogador Torres, mas não o de José Torres na selecção nacional. De facto, haveria de ser ele a comandar os destinos da equipa técnica que conseguiu, o apuramento para o Mundial do México, de 1986. Na época ficou célebre a sua frase "deixem-me sonhar" quando, ao contrário de quase todo o país, continuava a acreditar no apuramento.
O seu sonho realizou-se com o triunfo em Estugarda (a vitória frente à Alemanha), mas, depois, os problemas que surgiram em Saltillo foram um autêntico pesadelo.
Após o final da carreira, este apaixonado pela columbofilia ainda treinou clubes como o Estrela da Amadora, o Varzim ou o Boavista, mas foi na Selecção Nacional que voltou a estar em destaque. De facto, conseguiu levar Portugal à presença num Mundial, o de 1986, precisamente 20 anos depois de ter ele mesmo estado em campo, em representação da equipa lusa, mas enquanto jogador.
"CARACTERÍSTICAS
A 8 de Setembro de 1938 nascia em Torres Novas, José Augusto da Costa Séneca Torres. Como tantos jovens, iniciou-se no futebol no clube da terra, o Torres Novas e cedo o seu poderoso jogo aéreo começa a dar nas vistas. Jogador de área, tendo como principal atributo a sua elevada estatura, José Torres foi um dos avançados mais marcantes na história do futebol português.
Em 1959, com 20 anos, chega então ao Benfica. O início de águia ao peito não foi fácil. Teve de enfrentar a concorrência de José Águas que com o seu estatuto de estrela e com o peso de quase uma década ao mais alto nível no clube lisboeta, era na altura o titular absoluto e indiscutível no ataque encarnado. Mas Torres não desanimou e o seu trabalho foi tão forte que na sua 3ª época no clube, ganhou o título de rei dos goleadores no campeonato nacional com 26 golos apontados. Formou um ataque demolidor, ao lado de Eusébio, numa equipa de sonho onde também pontificavam Coluna, Simões e José Augusto, entre outros. A nível internacional, Torres desempenhou um papel activo na presença do Benfica nas finais europeias de 1963, 65 e 68 contudo, delas nenhuma venceu. O seu nome ficaria ainda gravado permanentemente na história do Benfica pelo seu contributo na conquista de 9 campeonatos nacionais e 3 taças de Portugal e no plano internacional pela conquista de 2 taças dos Campeões Europeus (ainda que não tenha jogado em nenhuma das finais).
NOVA ETAPA E FIM DO CICLO:
Em 1971, nova etapa na vida do “Bom Gigante”. É nesse ano que deixa o Benfica rumando ao Vitória de Setúbal, onde ainda somaria mais 2 internacionalizações pela selecção Portuguesa. Representou as cores do Vitória até 1975, ano em que se transferiu para o Estoril Praia, clube onde permaneceu até 1980 e onde ainda chegou a acumular a função de jogador e o cargo de treinador numa prática que já caiu em desuso nos dias de hoje. Terminou aí a sua carreira aos 42 anos, com o saldo de 217 golos num total de 384 jogos. Um feito!!!
Como treinador orientou ainda o Estrela da Amadora, o Varzim e o Boavista antes de deitar o futebol para trás das costas e dedicar-se a uma paixão antiga: a Columbofilia.
SELECÇÃO:
Na Selecção Nacional, Torres assinou 14 golos em 34 jogos. Foi a 23 de Janeiro de 1963 numa derrota caseira servida pela Bulgária por 0-1, que o Bom Gigante se estreou. A estreia não foi boa, mas na sua 2ª internacionalização, Torres acabaria por se estrear a marcar por Portugal. Esteve no apuramento e posteriormente na 1ª fase final de um mundial, disputada por Portugal. Foi em Inglaterra a 1966, e a par de Coluna, Simões e do inevitável Eusébio, jogou em todos os 6 jogos dessa fase final, contribuindo para um honroso 3º lugar. Tal como na sua estreia, foi a Bulgária que marcou o seu adeus à Selecção das quinas. Foi a 15 de Outubro de 1973 num jogo para o Campeonato da Europa e o resultado voltou a não ser positivo. Um empate a 2 bolas. Este jogo marca também a despedida de Simões e Eusébio da equipa lusa. Mas a história não separou de vez Torres da Selecção…
Vinte anos depois, Torres voltava à prova rainha do futebol mundial agora como seleccionador nacional. Contra todas as expectativas, Torres conseguiu apurar Portugal para o Mundial de 86 a disputar no México, muito graças a um golo portentoso de Carlos Manuel em Estugarda frente a uma República Federal da Alemanha já apurada na altura. Ao pessimismo generalizado que reinava na imprensa e opinião pública portuguesa face ás possibilidades de lusas de êxito, Torres havia respondido com uma frase que ficou célebre: “deixem-me sonhar”. E sonhou… Já no México e frente à Inglaterra, tida como a selecção mais forte do grupo, Carlos Manuel voltou a marcar e Portugal a ganhar. 1-0 foi o resultado que surpreendeu o mundo da bola. Foi o início do que poderia ter sido uma nova glória lusitana, mas conflitos internos entre os jogadores e federação, a suspensão por doping de Veloso ainda antes do Mundial e a lesão de Bento, guarda-redes titular à altura, entre outros infortúnios, deitaram tudo a perder e seguiram-se os desaires por 0-1 com a Polónia e o escandaloso 1-3 frente a Marrocos. Despediu-se assim Torres do México, do Mundial e da Selecção.
ÚLTIMOS ANOS:
Torres viveu um drama pessoal nos últimos anos de vida. Vítima da doença de Alzheimer em estado muito avançado, debateu-se ainda com graves problemas financeiros. Ainda lembrado quer pelo seu percurso como atleta, como pelo seu enorme sentido humano que lhe valeu a alcunha de Bom Gigante, Torres coleccionou amigos durante toda a sua vida, amigos esses que fizeram questão de não o deixar cair no esquecimento prestando-lhe diversas homenagens.
José Torres faleceu no dia 03 de Setembro de 2010.
Jorge Silva
copyright © zerozero.pt
"José Torres de nome completo José Augusto da Costa Sénica Torres (Torres Novas, 8 de Setembro de 1938- 3 de setembro de 2010) foi um antigo jogador de futebol da selecção portuguesa. Jogava na posição de avançado.
Carreira
Representou o Benfica entre 1959 e 1971. Desde cedo deu nas vistas, devido ao seu imponente jogo aéreo. Servindo-se da elevada estatura, o ponta-de-lança ganhou estatuto dentro do Clube e foi, durante a década de 60, titular, actuando ao lado de Eusébio na frente de ataque e sendo apoiado por figuras como Mário Coluna, António Simões e José Augusto. Teve papel activo na presença do Benfica nas finais europeias de 1963, 1965 e 1968, mas não pôde fazer a festa, como tanto desejava.Foi mais feliz no Nacional da I Divisão, cujo título saboreou por nove vezes. Individualmente teve a sua coroa de glória na temporada de 1962/63, quando se sagrou (com 26 golos) o melhor marcador do Campeonato Nacional. Torres iniciou-se no clube da sua terra natal (o Torres Novas) e terminou a actividade no Grupo Desportivo Estoril Praia, em 1980, com 42 anos.
Selecção Nacional
Ao serviço da selecção nacional, marcou 14 golos, média significativa para o panorama nacional. Estreando-se com a camisola das quinas a 2 de Janeiro de 1963 num Portugal-Bulgária (0-1) Torres apenas teve de esperar pelo encontro seguinte para dar o seu primeiro tento a Portugal.Tal como Eusébio, Coluna e Simões, Torres foi um dos poucos atletas que fizeram os seis encontros da qualificação, assim como efectuaria, já na Inglaterra, todos os desafios da fase final (marcando três golos em Inglaterra) do Campeonato do Mundo de 1966. A carreira do futebolista de Torres com a camisola das quinas terminou a 13 de Outubro de 1973 curiosamente, de novo num Portugal-Bulgária (2-2) para o Campeonato da Europa precisamente, também, o jogo de despedida de Eusébio e Simões.
Torres já não se encontrava nessa altura no Benfica, mas sim no Vitória de Setúbal, clube pelo qual registou as suas duas últimas internacionalizações.
Chegava ao fim o percurso do jogador Torres, mas não o de José Torres na selecção nacional. De facto, haveria de ser ele a comandar os destinos da equipa técnica que conseguiu, o apuramento para o Mundial do México, de 1986. Na época ficou célebre a sua frase "deixem-me sonhar" quando, ao contrário de quase todo o país, continuava a acreditar no apuramento.
O seu sonho realizou-se com o triunfo em Estugarda (a vitória frente à Alemanha), mas, depois, os problemas que surgiram em Saltillo foram um autêntico pesadelo.
Após o final da carreira, este apaixonado pela columbofilia ainda treinou clubes como o Estrela da Amadora, o Varzim ou o Boavista, mas foi na Selecção Nacional que voltou a estar em destaque. De facto, conseguiu levar Portugal à presença num Mundial, o de 1986, precisamente 20 anos depois de ter ele mesmo estado em campo, em representação da equipa lusa, mas enquanto jogador.
Títulos
- 9 Campeonatos de Portugal
- 6 Taças de Portugal
"CARACTERÍSTICAS
O INÍCIO:
A 8 de Setembro de 1938 nascia em Torres Novas, José Augusto da Costa Séneca Torres. Como tantos jovens, iniciou-se no futebol no clube da terra, o Torres Novas e cedo o seu poderoso jogo aéreo começa a dar nas vistas. Jogador de área, tendo como principal atributo a sua elevada estatura, José Torres foi um dos avançados mais marcantes na história do futebol português.
O BENFICA:
Em 1959, com 20 anos, chega então ao Benfica. O início de águia ao peito não foi fácil. Teve de enfrentar a concorrência de José Águas que com o seu estatuto de estrela e com o peso de quase uma década ao mais alto nível no clube lisboeta, era na altura o titular absoluto e indiscutível no ataque encarnado. Mas Torres não desanimou e o seu trabalho foi tão forte que na sua 3ª época no clube, ganhou o título de rei dos goleadores no campeonato nacional com 26 golos apontados. Formou um ataque demolidor, ao lado de Eusébio, numa equipa de sonho onde também pontificavam Coluna, Simões e José Augusto, entre outros. A nível internacional, Torres desempenhou um papel activo na presença do Benfica nas finais europeias de 1963, 65 e 68 contudo, delas nenhuma venceu. O seu nome ficaria ainda gravado permanentemente na história do Benfica pelo seu contributo na conquista de 9 campeonatos nacionais e 3 taças de Portugal e no plano internacional pela conquista de 2 taças dos Campeões Europeus (ainda que não tenha jogado em nenhuma das finais).
NOVA ETAPA E FIM DO CICLO:
Em 1971, nova etapa na vida do “Bom Gigante”. É nesse ano que deixa o Benfica rumando ao Vitória de Setúbal, onde ainda somaria mais 2 internacionalizações pela selecção Portuguesa. Representou as cores do Vitória até 1975, ano em que se transferiu para o Estoril Praia, clube onde permaneceu até 1980 e onde ainda chegou a acumular a função de jogador e o cargo de treinador numa prática que já caiu em desuso nos dias de hoje. Terminou aí a sua carreira aos 42 anos, com o saldo de 217 golos num total de 384 jogos. Um feito!!!
Como treinador orientou ainda o Estrela da Amadora, o Varzim e o Boavista antes de deitar o futebol para trás das costas e dedicar-se a uma paixão antiga: a Columbofilia.
SELECÇÃO:
Na Selecção Nacional, Torres assinou 14 golos em 34 jogos. Foi a 23 de Janeiro de 1963 numa derrota caseira servida pela Bulgária por 0-1, que o Bom Gigante se estreou. A estreia não foi boa, mas na sua 2ª internacionalização, Torres acabaria por se estrear a marcar por Portugal. Esteve no apuramento e posteriormente na 1ª fase final de um mundial, disputada por Portugal. Foi em Inglaterra a 1966, e a par de Coluna, Simões e do inevitável Eusébio, jogou em todos os 6 jogos dessa fase final, contribuindo para um honroso 3º lugar. Tal como na sua estreia, foi a Bulgária que marcou o seu adeus à Selecção das quinas. Foi a 15 de Outubro de 1973 num jogo para o Campeonato da Europa e o resultado voltou a não ser positivo. Um empate a 2 bolas. Este jogo marca também a despedida de Simões e Eusébio da equipa lusa. Mas a história não separou de vez Torres da Selecção…
Vinte anos depois, Torres voltava à prova rainha do futebol mundial agora como seleccionador nacional. Contra todas as expectativas, Torres conseguiu apurar Portugal para o Mundial de 86 a disputar no México, muito graças a um golo portentoso de Carlos Manuel em Estugarda frente a uma República Federal da Alemanha já apurada na altura. Ao pessimismo generalizado que reinava na imprensa e opinião pública portuguesa face ás possibilidades de lusas de êxito, Torres havia respondido com uma frase que ficou célebre: “deixem-me sonhar”. E sonhou… Já no México e frente à Inglaterra, tida como a selecção mais forte do grupo, Carlos Manuel voltou a marcar e Portugal a ganhar. 1-0 foi o resultado que surpreendeu o mundo da bola. Foi o início do que poderia ter sido uma nova glória lusitana, mas conflitos internos entre os jogadores e federação, a suspensão por doping de Veloso ainda antes do Mundial e a lesão de Bento, guarda-redes titular à altura, entre outros infortúnios, deitaram tudo a perder e seguiram-se os desaires por 0-1 com a Polónia e o escandaloso 1-3 frente a Marrocos. Despediu-se assim Torres do México, do Mundial e da Selecção.
ÚLTIMOS ANOS:
Torres viveu um drama pessoal nos últimos anos de vida. Vítima da doença de Alzheimer em estado muito avançado, debateu-se ainda com graves problemas financeiros. Ainda lembrado quer pelo seu percurso como atleta, como pelo seu enorme sentido humano que lhe valeu a alcunha de Bom Gigante, Torres coleccionou amigos durante toda a sua vida, amigos esses que fizeram questão de não o deixar cair no esquecimento prestando-lhe diversas homenagens.
José Torres faleceu no dia 03 de Setembro de 2010.
Jorge Silva
copyright © zerozero.pt
"São muitos os que dizem que jamais se pode ser boa pessoa se de animais não se gostar. José Torres, o Bom Gigante, sempre gostou. Sempre, não. Um dia houve, já adolescente, acometido de raiva, em que matou todos os pombos voejantes da casa de família. Ao cair em si, chacina consumada, não susteve lágrimas de arrependimento. Deu-lhe o pai uma bola, para que o sorriso substituísse o desespero. Fez-se jogador de futebol e columbófilo. As duas paixões de uma vida.
Bem se pode falar de hereditariedade no gosto de José Torres pelo oficio do chuto. Francisco, o pai, havia jogado no Carcavelinhos; o tio, Carlos, no Benfica. No Desportivo de Torres Novas, o clube da terra, estrear-se-ia José Torres. Com uma fisionomia invulgar, começou a marcar golos ao ritmo de enxurrada. Como poderiam os adversários escondê-lo no jogo? Era de todos o maior, no alto do seu cerca de metro e noventa. Acima dele só céu…
As proezas de Torres começaram a ser badaladas. Logo se acoitou no Benfica, no início do ano de 1959. Três temporadas penosas passou, tão intenso era o brilho de José Águas e tão ingratos eram também os regulamentos da época. “Durante a minha carreira de jogador, tive momentos em que o azar me bateu à porta mais do que devia. Por exemplo, na final da Taça dos Campeões Europeus, contra o Real Madrid, quando o Benfica conquistou o segundo titulo europeu. Só não joguei e não me sagrei, de facto, campeão da Europa, porque os regulamentos ainda impediam, estupidamente, que se fizessem substituições. O Cavem lesionou-se, eu era o único avançado no banco, o Benfica continuou a jogar com dez só porque… substituir era proibido!”.
Atravessou o melhor bocado da saga europeia vermelha sem intervenção. Até que, em 62/63, já com Fernando Riera no posto de Bela Guttmann, em pleno se afirmou. Inclusive, foi o artilheiro-mor do Campeonato, com 26 golos (21 jogos), mais três que Eusébio. De resto, nesse ano, só o Sporting (71) e o FC Porto (61) marcaram mais que a nova dupla (49) da voluptuosidade benfiquista.
Faltou a Torres o ceptro europeu. Frente ao AC Milan, derrota por 2-1, apesar de Eusébio ter inaugurado a contagem, prenunciando uma superioridade que não veio a confirmar-se. O Bom Gigante, na tarefa ciclópica de fazer esquecer a boa pinta de José Águas das duas edições anteriores, não se saiu bem, em branco ficou. Distante, muito distante, do que havia rendido, no começo desse ano, no torneio Ramon Carranza, com a Fiorentina. A meia hora do fim, subsistia um empate a três bolas. Torres entrou e… quatro tentos fez, de rajada, naquela heróica vitória. Confirmava-se nova profecia de Guttmann, que meses antes havia dito: “Esse jovem gigante que não tem físico de futebolista chama-se Torres, é suplente de José Águas, mas um dia será avançado-centro do Benfica e a Europa ouvirá falar muito dele. Apesar de pouco jogar na equipa, se algum clube o quisesse contratar teria de dar dois mil contos ao Benfica, mas dentro de três anos nem pelo dobro…”.

José Torres continuou a caminhar em glória. E se epifenómeno foi, a responsabilidade é de Eusébio, que todos (quase) eclipsou. Durante uma dúzia de anos no clube, Torres fez 259 jogos oficiais e marcou 226 golos. Venceu nove Campeonatos e quatro Taças de Portugal. Um registo impressionante, valorado ainda com o titulo de melhor marcador do Nacional 62/63. Para já não referir as três presenças noutras tantas finais europeias. “Sinceramente, a minha maior tristeza foi não ter sido campeão da Europa”.
Na equipa nacional, José Torres está indissociavelmente ligado à campanha dos Magriços. Três golos marcou na Inglaterra, com destaque para o último, frente à União Soviética, que permitiu a Portugal subir ao pódio. Foi 31 vezes internacional, enquanto jogador do Benfica, logrando 14 golos.
Terminou a carreira no Estoril, na condição de treinador-jogador, após uma digna passagem pelo melhor Vitória de Setúbal de sempre, nos píncaros da Europa, circunstância que até o (re)conduziu à Selecção Nacional. Justamente na qual, já como responsável máximo, pouco depois de ter dado inicio à carreira de treinador, viria a garantir a qualificação para o México 86. Depois do monumental golo do benfiquista Carlos Manuel, em Estugarda, no tal jogo em que pediu que o deixassem sonhar.
Se mais sonhos teve, talvez nem às paredes confesse, como se ouve na popular canção. Uma coisa, porém, é certa, José Torres fez os adeptos sonharem mais alto. E, não poucas vezes, foi ele o arquitecto do sonho.
Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias Copiado de Ednilson
Bem se pode falar de hereditariedade no gosto de José Torres pelo oficio do chuto. Francisco, o pai, havia jogado no Carcavelinhos; o tio, Carlos, no Benfica. No Desportivo de Torres Novas, o clube da terra, estrear-se-ia José Torres. Com uma fisionomia invulgar, começou a marcar golos ao ritmo de enxurrada. Como poderiam os adversários escondê-lo no jogo? Era de todos o maior, no alto do seu cerca de metro e noventa. Acima dele só céu…
As proezas de Torres começaram a ser badaladas. Logo se acoitou no Benfica, no início do ano de 1959. Três temporadas penosas passou, tão intenso era o brilho de José Águas e tão ingratos eram também os regulamentos da época. “Durante a minha carreira de jogador, tive momentos em que o azar me bateu à porta mais do que devia. Por exemplo, na final da Taça dos Campeões Europeus, contra o Real Madrid, quando o Benfica conquistou o segundo titulo europeu. Só não joguei e não me sagrei, de facto, campeão da Europa, porque os regulamentos ainda impediam, estupidamente, que se fizessem substituições. O Cavem lesionou-se, eu era o único avançado no banco, o Benfica continuou a jogar com dez só porque… substituir era proibido!”.
Atravessou o melhor bocado da saga europeia vermelha sem intervenção. Até que, em 62/63, já com Fernando Riera no posto de Bela Guttmann, em pleno se afirmou. Inclusive, foi o artilheiro-mor do Campeonato, com 26 golos (21 jogos), mais três que Eusébio. De resto, nesse ano, só o Sporting (71) e o FC Porto (61) marcaram mais que a nova dupla (49) da voluptuosidade benfiquista.
Faltou a Torres o ceptro europeu. Frente ao AC Milan, derrota por 2-1, apesar de Eusébio ter inaugurado a contagem, prenunciando uma superioridade que não veio a confirmar-se. O Bom Gigante, na tarefa ciclópica de fazer esquecer a boa pinta de José Águas das duas edições anteriores, não se saiu bem, em branco ficou. Distante, muito distante, do que havia rendido, no começo desse ano, no torneio Ramon Carranza, com a Fiorentina. A meia hora do fim, subsistia um empate a três bolas. Torres entrou e… quatro tentos fez, de rajada, naquela heróica vitória. Confirmava-se nova profecia de Guttmann, que meses antes havia dito: “Esse jovem gigante que não tem físico de futebolista chama-se Torres, é suplente de José Águas, mas um dia será avançado-centro do Benfica e a Europa ouvirá falar muito dele. Apesar de pouco jogar na equipa, se algum clube o quisesse contratar teria de dar dois mil contos ao Benfica, mas dentro de três anos nem pelo dobro…”.

José Torres continuou a caminhar em glória. E se epifenómeno foi, a responsabilidade é de Eusébio, que todos (quase) eclipsou. Durante uma dúzia de anos no clube, Torres fez 259 jogos oficiais e marcou 226 golos. Venceu nove Campeonatos e quatro Taças de Portugal. Um registo impressionante, valorado ainda com o titulo de melhor marcador do Nacional 62/63. Para já não referir as três presenças noutras tantas finais europeias. “Sinceramente, a minha maior tristeza foi não ter sido campeão da Europa”.
Na equipa nacional, José Torres está indissociavelmente ligado à campanha dos Magriços. Três golos marcou na Inglaterra, com destaque para o último, frente à União Soviética, que permitiu a Portugal subir ao pódio. Foi 31 vezes internacional, enquanto jogador do Benfica, logrando 14 golos.
Terminou a carreira no Estoril, na condição de treinador-jogador, após uma digna passagem pelo melhor Vitória de Setúbal de sempre, nos píncaros da Europa, circunstância que até o (re)conduziu à Selecção Nacional. Justamente na qual, já como responsável máximo, pouco depois de ter dado inicio à carreira de treinador, viria a garantir a qualificação para o México 86. Depois do monumental golo do benfiquista Carlos Manuel, em Estugarda, no tal jogo em que pediu que o deixassem sonhar.
Se mais sonhos teve, talvez nem às paredes confesse, como se ouve na popular canção. Uma coisa, porém, é certa, José Torres fez os adeptos sonharem mais alto. E, não poucas vezes, foi ele o arquitecto do sonho.
Épocas no Benfica: 12 (59/71)
Jogos: 259
Golos: 226
Títulos: 9CN, 4TP
Jogos: 259
Golos: 226
Títulos: 9CN, 4TP
Texto: Memorial Benfica, 100 Glórias Copiado de Ednilson
Cair no real...
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António Pista
on quarta-feira, 30 de junho de 2010
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Prof. Carlos Queiroz,
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Perdemos, e saímos do Mundial sem glória nem conquistas.
Depois de Bartolomeu Dias, não foi Carlos Queiroz a conduzir a nossa frota ao destino final!
Uma equipa que vence 1 em 4 jogos possíveis, nunca podia ser campeã do mundo, embora, muitos, entre eles eu, concebesse essa hipótese em caso de vitória à Espanha.
Depois de Nuno Gomes ter marcado o golo que nos qualificou no Euro 2004, não houve outro bravo português que conseguisse bater Casillas!
Agora é tempo de reflectir e ver o que correu mal, sendo que vários temas têm que ser analisados ao pormenor:
- Declarações de Deco
- Lesão de Nani
- Convocatória de Queiroz
- Declarações de Ronaldo
- Reestruturação da selecção nacional
- Renovação da equipa
- Braçadeira de Capitão
E se Queiroz tem um contrato de 4 anos, muito dificilmente não o cumprirá, daí ser necessária a união de toda a equipa técnica e o repensar de uma equipa que se apresentou sem brilho, sem carisma, sem um líder, e demasiado cansada para ambicionar mais que os oitavos de final.
Se temos jogadores que estão para durar: Eduardo, Bruno Alves, Coentrão, Miguel Veloso, Nani, Ronaldo, entre outros. Também os teremos que já deram o que tinham a dar à selecção, uns mais outros menos e que terão que ser substituídos de imediato!
Muito para reflectir e repensar...
Mundial
Publicada por
António Pista
on segunda-feira, 28 de junho de 2010
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Fábio Coentrão,
Mundial 2010,
Portugal,
Seleção Portuguesa
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Os utilizadores da Marca.com elegeram a melhor equipa do Mundial da 1ª fase!
Obviamente tem um jogador português:
Obviamente tem um jogador português:
Welcome to South Africa!
Publicada por
António Pista
on quarta-feira, 9 de junho de 2010
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África do Sul,
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Mundial 2010,
Nani,
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Prof. Carlos Queiroz,
Ruben Amorim,
Seleção Portuguesa
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Infelizmente apenas foi convocado pela lesão de Nani, mas o mérito de Rubén Amorim estar no Mundial ninguém lho tira, depois de uma época em que foi fundamental nas conquistas do Benfica, Liga Sagres e Carlsberg Cup, o médio oriundo do Belenenses tem a cereja em cima do bolo em meados de Junho.
Que aproveite e que Carlos Queiroz saiba tirar o melhor que este jogador tem para dar à selecção!
Força Rubén!
A NOSSA Selecção!
Publicada por
António Pista
on segunda-feira, 7 de junho de 2010
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Figo,
FPF,
Mundial 2010,
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Rui Costa,
Seleção Portuguesa
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O título tende a reconciliar-me com Carlos Queiroz, e a apostar forte na selecção que sendo de todos nós, portugueses, será de cada um de nós em particular, com o exclusivo das nossas opções e opiniões!
Eu como sempre tenho a minha, e em relação aos 23 seleccionados para o Mundial da África do Sul faria uma escolha bem diferente da que fez o antigo adjunto de Alex Ferguson.
Não desminto que muitas das minhas escolhas mais que racionais seriam passionais, e direi o mesmo com todas as letras e em variadas situações, serei sempre primeiro Benfiquista e só depois Português (do futebol claro)!
E mais, jamais deixarei alguém avaliar o meu patriotismo pela forma como apoiarei ou deixarei de apoiar a nossa selecção!Portugal é bem mais do que uma simples selecção de futebol, e mal estará quando a sua principal actividade for o futebol, que se não estou em erro, não representa nem 1% do PIB português!
Voltando ao futebol, e ao certame que na próxima Sexta-Feira terá lugar, vou estar a 100% com a selecção nacional!
O meu GR será o Eduardo, ou o Beto, ou o Daniel Fernandes! Estarei com o Bruno Alves, o Rolando ou o Liedson, e apoiarei o Cristiano, o Deco e o Simão de acordo com as quinas que trarão no peito, e que muito devem lisonjear todos nós!
Já deixei a minha indignação anteriormente, por isso estou à vontade para agora olhar para a frente, e fazer tudo o que estiver ao meu alcance como o fiz com Rui Costa, Figo e Fernando Couto no Euro 2004, ou com Fernando Meira, Costinha e Nuno Valente no Mundial 2006, ou ainda com Nuno Gomes, Petit ou Ricardo Quaresma no Euro 2008!
Acompanharei com o máximo envolvimento, à medida do que me for possível conciliar com o horário de trabalho, e mesmo em horário laboral não deixarei de ver a nossa selecção seguramente!
Depois do último jogo de preparação para o certame a iniciar no dia 11, que para Portugal iniciará no dia 15, farei a minha previsão para o que de bom ou não este Mundial nos pode trazer!
Para já, que amanhã frente a Moçambique nenhum jogador se lesione e siga as pisadas de Drogba, Robben e Ferdinand que colocaram o seu futuro no Mundial em causa!
Eu como sempre tenho a minha, e em relação aos 23 seleccionados para o Mundial da África do Sul faria uma escolha bem diferente da que fez o antigo adjunto de Alex Ferguson.
Não desminto que muitas das minhas escolhas mais que racionais seriam passionais, e direi o mesmo com todas as letras e em variadas situações, serei sempre primeiro Benfiquista e só depois Português (do futebol claro)!
E mais, jamais deixarei alguém avaliar o meu patriotismo pela forma como apoiarei ou deixarei de apoiar a nossa selecção!Portugal é bem mais do que uma simples selecção de futebol, e mal estará quando a sua principal actividade for o futebol, que se não estou em erro, não representa nem 1% do PIB português!
Voltando ao futebol, e ao certame que na próxima Sexta-Feira terá lugar, vou estar a 100% com a selecção nacional!
O meu GR será o Eduardo, ou o Beto, ou o Daniel Fernandes! Estarei com o Bruno Alves, o Rolando ou o Liedson, e apoiarei o Cristiano, o Deco e o Simão de acordo com as quinas que trarão no peito, e que muito devem lisonjear todos nós!
Já deixei a minha indignação anteriormente, por isso estou à vontade para agora olhar para a frente, e fazer tudo o que estiver ao meu alcance como o fiz com Rui Costa, Figo e Fernando Couto no Euro 2004, ou com Fernando Meira, Costinha e Nuno Valente no Mundial 2006, ou ainda com Nuno Gomes, Petit ou Ricardo Quaresma no Euro 2008!
Acompanharei com o máximo envolvimento, à medida do que me for possível conciliar com o horário de trabalho, e mesmo em horário laboral não deixarei de ver a nossa selecção seguramente!
Depois do último jogo de preparação para o certame a iniciar no dia 11, que para Portugal iniciará no dia 15, farei a minha previsão para o que de bom ou não este Mundial nos pode trazer!
Para já, que amanhã frente a Moçambique nenhum jogador se lesione e siga as pisadas de Drogba, Robben e Ferdinand que colocaram o seu futuro no Mundial em causa!
Campeões!
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António Pista
on segunda-feira, 24 de maio de 2010
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Sem novas contratações, sem propostas milionárias já em cima da mesa, sem futebol nacional, mas com o Mundial a aproximar-se ainda há muito para fazer antes de encerrar a época!
Enquanto o João Guerra prepara a análise exaustiva da época que passou, a sua perspectiva sobre o mundial e uma antecipação da nova época que se avizinha, eu próprio irei fazer algumas retrospectivas de uma época maravilhosa que teve vários momentos altos, vários factos e figuras!
Não posso deixar passar a conquista da Liga dos Campeões pelo Inter de Mourinho, foi sem dúvida mais uma conquista histórica daquele que ficará ligado como o melhor treinador da história!
Agora seguir-se-á Madrid e novas conquistas se adivinham!
A nossa selecção deixou-me bastante desmotivado e sem crença alguma que algo de bom possa ser feito, pode ser que me engane mas não me parece...
Queiroz, que se virem o histórico do blogue foi muito desejado por mim para treinador do Benfica antes de Quique Flores, neste momento é uma completa desilusão...
Enquanto o João Guerra prepara a análise exaustiva da época que passou, a sua perspectiva sobre o mundial e uma antecipação da nova época que se avizinha, eu próprio irei fazer algumas retrospectivas de uma época maravilhosa que teve vários momentos altos, vários factos e figuras!
Não posso deixar passar a conquista da Liga dos Campeões pelo Inter de Mourinho, foi sem dúvida mais uma conquista histórica daquele que ficará ligado como o melhor treinador da história!
Agora seguir-se-á Madrid e novas conquistas se adivinham!
A nossa selecção deixou-me bastante desmotivado e sem crença alguma que algo de bom possa ser feito, pode ser que me engane mas não me parece...
Queiroz, que se virem o histórico do blogue foi muito desejado por mim para treinador do Benfica antes de Quique Flores, neste momento é uma completa desilusão...
África do Sul Parte III
Publicada por
João Guerra
on sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
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Dunga,
Mundial 2010,
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Repescando a minha análise ao grupo de Portugal no mundial, falta falar na selecção crónica candidata ao título, Brasil.
Treinada no momento por Dunga, a selecção Brasileira apresentar se à em África certamente com um leque de opções individuais, de fazer inveja as restantes selecções.
No plano táctico considero as selecções europeias mais fortes, tendo por isso, na minha opinião, o Brasil a sua vantagem na grande capacidade técnica individual e também na capacidade de trabalho da resistência aeróbia do seu staff.
Por vezes diz-se que é a variante menos importante dentro da variante táctica, técnica, volume de concentração etc...mas, à que pensar que um campeonato do mundo é disputado pós Ligas, tendo os jogadores centenas de minutos nas pernas.
Carvalhal diz, e bem, que, a recuperação (pós jogo) é tanto ou quanto importante para a vitória (do próximo jogo), como a observação detalhada desse mesmo próximo adversário.
É neste trabalho aeróbio e anaeróbio que os técnicos brasileiros são “doutorados” (não estou com isto a dizer que utilizam metodologia convencional, pois existem formas de periodização aeróbia, ou seja, trabalhar os aspectos tácticos da equipa focando os índices “físicos”).
Correntemente prevalece o contrário, falando em periodização táctica, o trabalho aeróbio é “desenvolvido”, trabalhando os aspectos tácticos e organizativos.
Prevejo por isso uma selecção Brasileira que individualmente será fortíssima, podendo tornar o colectivo fortíssimo, pois a maioria dos futuros seleccionados, serão provenientes dos grandes clubes europeus.
“Vestindo a capa” de Dunga, as minhas escolhas, tendo em conta a actualidade e o momento, seriam os seguintes:
Guarda-redes: Júlio César, Gomes, Fernando Henrique.
Defesas centrais: Lúcio, Luisão, Thiago Silva e Juan;
Laterais: Maicon, Daniel Alves, Roberto Carlos e Felipe Luís.
Médios: Gilberto Silva, Hernanes, Felipe Melo, Diego, (Elano, Michel Bastos, Ramires, 1 dos 3).
Avançados: Pato, Robinho, Káká, Ronaldinho, Luís Fabiano, Nilmar e Hulk.
O meu onze (4-1-3-2): Júlio César, Maicon, Lúcio, Luisão, Daniel Alves, Felipe Melo, Robinho, Ronaldinho e Káká, Luís Fabiano e Pato.
É um onze muito ofensivo ? Com jogadores de características pouco defensivas?
Há quem diga que a melhor defesa é o ataque (não partilho de todo desta opinião)… Pressing alto, a melhor solução para disfarçar lacunas defensivas.....
Vamos ver até que ponto Dunga tem capacidade para orientar a canarinha….no inicio dos anos 90 era certamente mais fácil para ele, pois com Mauro Silva, Djalminha, Cafú, Aldair, Romário, Bebeto, Edmundo, Roberto Carlos, Denilson, Taffarel, Viola, Raí, Zinho, Leonardo, Mazinho, Branco, Ronaldo “Fenómeno” o grande Mário Zagallo (entre outros que não me recordo), tudo fica mais fácil….
Dizer que o Brasil irá ficar instalado no Hotel Fairway em Joanesburgo.
Individualmente realço Káká, jogador que vai ter de lidar com uma lesão para o resto da vida, pois depara-se com uma pubalgia crónica.
Esperemos que mostre todo o seu potencial e perfume os relvados de África do Sul, excepto, contra Portugal.
No computo geral aposto claramente em Brasil e Portugal à passagem do grupo, e, para mim poderá ser a final do Mundial………….I Gotta feeling!
A ver vamos Nobre Povo!
Bons negócios!
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António Pista
on sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
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Ao que parece Hassan Yebda foi vendido ao Portsmouth e terá permitido ao Benfica um encaixe financeiro de 6 Milhões de Euros, isto a um jogador que nem sequer era opção e chegou a custo zero à Luz! Parece que os excelentes negócios, que não "petróleo", mudaram de cidade e isso graças à gestão de Luís Filipe Vieira e sua equipa.
Entretanto, Makukula tem vinda a realizar um excelente campeonato na Turquia, onde lidera os melhores marcadores com 14 golos! Se não vier a ser opção regular no Benfica deve permitir também um encaixe financeiro aos cofres da Luz!A FIFA realça isso mesmo, e dedica-lhe uma página no seu site oficial, aqui.
Entretanto quero parabenizar toda a selecção portuguesa de futsal pela passagem à final do Euro 2010, onde vai encontrar a Espanha! Vai ser difícil mas onde tudo será possível!
Deitando um olhar pla Costa do Marfim ....
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João Guerra
on quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
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Cabe o seguinte post, para dissecar sobre a selecção que irá defrontar a selecção portuguesa na 1ª Jornada do Campeonato Do Mundo em África do Sul.Costa do Marfim, representante uma das representantes da CAF (Confederação Africana de Futebol) no Mundial, fundada em 1960, é neste momento presidida pelo Sr. Jacques Amouna.
Neste momento, e como treinador encontra se à frente dos destinos da selecção africana, Vahid Halilhodžic. No presente momento ocupa o 16 º lugar no Ranking da FIFA com 927 pontos.
Em minha opinião é das selecções mais fortes do continente Africano.
Juntando ao poderio individual, o facto de maioria dos seus jogadores alinharem em campeonatos tacticamente muito evoluídos, como em Espanha, Alemanha, Inglaterra, entre outros….
À que, também referir algo quem muitos se têm esquecido de dizer sobre esta selecção, que é, a existência de CAN no inicio de 2010, possibilitando assim ao novo treinador preparar a sua equipa para o novo desafio em todas as vertentes, (Técnicas, Tácticas, cargas de concentração, níveis de intensidade, “experiência em fases finais”).
Descodificando um pouco tacticamente esta selecção Costa Marfinense agora comandada pelo selecionador Bósnio, pode mos avançar que poderá apresentar uma equipa com um dispositivo táctico em 4 – 3 (1 + 2) – 3 , ou seja, na baliza poderá pontificar Barry , lateral direito : Eboué , centrais : Kolo Touré e Méité (Zoro), lateral esquerdo: Boka ; médio defensivo: Zokora; Médios centro: Romaric , Yaya Touré (Seydou Keita), Extremos: Kalou (Kader Keita), Aruna Koné (Bacary Koné) e Avançado : Didier Drogba, considerado por muitos amantes do desporto rei, o melhor avançado do na actualidade.
Dizer também que, pelo que conheço das equipas orientadas pelo mister Halilhodžic (Paris Saint Germain, Trabzonspor da Turquia, Velez Mostar da Bósnia, Raja Casablanca de Marrocos, Lille e Rennes de França) são equipas tacticamente suficientemente capazes de fazer frente a qualquer equipa, não sendo no entanto equipas soberbamente disciplinadas tacticamente, atribuindo por isso em primeira análise, um nível táctico razoável a esta selecção.Somando a qualidade Individual à capacidade do seu treinador devo dizer que temos a aqui uma mistura difícil de beber na 1ª jornada, pelo que reforço assim a importância no 1º jogo Português na competição.
Destaco – o não por ser o primeiro, mas sim por ser a Costa do Marfim.Considero que, uma Boa Organização Táctica supera qualquer valor individual, pelo que, declaro a meu ver, Portugal favorito para este encontro.
Também não descuro o empate, o que poderia colocar em risco a passagem da Selecção Canarinha…..ou da nossa selecção à fase seguinte …
Apresento a estatística desta selecção Marfinense: Fases finais de Mundiais: 1 (2006);
Primeiro Jogo: Costa do Marfim 3 x 2 Benin (Madagascar, 13.04.1960);
Maior vitória: Costa do Marfim 6 x 0 Madagascar (Abidjan, Costa do Marfim - 01.07.2001);
Maior derrota: Costa do Marfim 2 x 6 Gana (Costa do Marfim, 02.05.1971);
Fora das quatro linhas :
Nome: République de Côte d'Ivoire;
Origem do nome: os colonizadores franceses batizaram a região de acordo com o comércio de marfim local.;
Continente: África;
Língua oficial: Francês e idiomas locais;
Capital: Yamoussoukro;
Área: 322.460 km²; População: 17.298.040;
Densidade demográfica: 54/km;
Independência: 07.08.1960 da França;
Moeda: Franco CFA;
IDH da Costa do Marfim: 0,420 - Baixo desenvolvimento humano (163º lugar);
PIB: US$ 17.084 milhões (82º lugar);
PIB per capita: US$ 886 (125º lugar);
Fuso horário: UTC +0;
Código Internet: .ci; Código telefônico: 225;
Para terminar a minha dissertação, fica o hino destas gentes africanas: Tradução do Hino nacional da Costa do Marfim:Saudações ó terra da esperança; | País da hospitalidade; | Tuas legiões repletas de valentia | Aumentam sua dignidade. | Teus filhos, querida Costa de Ivoire, | Orgulhosos artesões de tua grandeza, | Todos reunidos por tua glória | Construir-te-ão com alegria. | Orgulhosos habitantes de Ivoire, o país vos chama. | Se nós temos a paz derivada da liberdade, | Nosso dever é de ser um modelo | Da esperança prometida à humanidade, | Forjando, unidos no novo credo, | A pátria da verdadeira fraternidade.
Vamos Lá Nação Valente e Imortal !
Desmistificando a Selecção da Coreia do Norte
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João Guerra
on quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
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Coreia do Norte,
Mundial 2010,
Prof. Carlos Queiroz,
Seleção Portuguesa
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Coreia do Norte, selecção do continente asiático (AFC), é actualmente presidida pelo Sr. Kyong Man Rim, e ocupa o 84 º lugar do Ranking da FIFA com 399 pontos.Esta selecção Coreana conseguiu apuramento para o Mundial 2010, através do 2º lugar obtido na fase de qualificação, onde obteve 12 pontos, atrás do 1º, Republica da Coreia. O seleccionador da selecção da Coreia do Norte dá pelo nome de, Kim Jong-Hun, técnico de 43 anos de idade.
Esta selecção tem se caracterizado ultimamente pelos jogadores, Hong Yong-Jo (Avançado - Fc Rostov), Jong Tae-Se (Médio - Kawasaki Frontale), Mun In-Guk (Médio - April 25 SG) Ri Myong (Guarda redes - Pyongyang CSG).
Têm sido ultimamente estes jogadores o esteio desta selecção, cujo técnico opta por um modelo de jogo defensivo, em que a equipa tenta explorar apenas o ataque rápido.
Tentando transpor uma ideia mais concreta desta selecção asiática, posso dizer que possui grande rigidez táctica.
Tem um bloco defensivo alto, de boa estatura.
Não é uma selecção criativa.
É apenas razoável no passe e na recepção.
Quanto à disposição táctica, esta equipa tem assumido os seus jogos em 4-4 2, dois médios centro e dois médios ala.
Utiliza normalmente uma 1ª linha de pressing média / baixa, ou seja, implicando que 10 jogadores estejam atrás da linha da bola, reduzindo espaço ao adversário e potenciando oportunidades para contra atacar.Em bolas paradas, defensivamente, costuma executar marcação mista ou então, a rudimentar marcação individual.
Falando agora um pouco a nível de confrontos recentes desta selecção no seu apuramento.
Obteve então duas derrotas, contra o Irão (1-2) e Republica da Coreia (1-0), 3 empates, (a 1ª bola com Rep. Coreia, e a 0 bolas com Irão e Arábia Saudita).A vitória mais folgada foi de 2-0 frente aos Emirados Árabes Unidos, por isso, e a meu ver, está mais que ao nosso alcance.
Esta é a opinião do mister Carlos Queiroz:
“Tecnicamente não são muito evoluídos e tacticamente também não. Penso que a maior virtude deles é serem uma equipa generosa, com jogadores muito esforçados. Mas creio que é uma equipa extremamente acessível, vi-os jogar algumas vezes e diria até que, à partida, a Coreia é a equipa mais fraca das que estão do Mundial. Agora em termos de generosidade não se lhes pode apontar nada, porque eles entregam-se totalmente. Faz lembrar um pouco aquela equipa de 1966 “, atirou, e bem o nosso manager.
Penso não haver muito mais a dizer e a esperar da selecção Norte Coreana, por isso….
A Próxima selecção que se segue, alvo da minha atençao, é a selecção Africana, Costa Marfinense…..
Força Nobre Povo!!
Esboçando um olhar pelo Mundial 2010
Publicada por
João Guerra
on quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
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África do Sul,
Brasil,
Coreia do Norte,
Costa do Marfim,
FPF,
Mundial 2010,
Portugal,
Prof. Carlos Queiroz,
Seleção Portuguesa
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Ditou a sorte que Portugal ficasse no grupo de Brasil, Costa do Marfim e Coreia do Norte.Quanto a mim, respeito todas as selecções de igual modo, mas estava a ir contra o meu ponto de vista (e contra os meus princípios), se não afirmasse que, somos favoritos a par da selecção Brasileira, a passar o grupo G, isto, sem tirar valor às selecções africana e asiática.
Não se trata de patriotismo, muito menos de ego, a selecção nacional Portuguesa é a 5ª no ranking da FIFA com 1181 pontos, temos valia e capacidade suficiente para ultrapassar a fase de grupos.Na 1ª jornada iremos defrontar a selecção da Costa do Marfim (16ª no Ranking da FIFA, com 927 pontos), na 2ª jornada, a selecção da Coreia do Norte (84ª no Ranking da FIFA, com 399 pontos) e na 3ª e última jornada, a selecção do Brasil (2ª no Ranking da FIFA com 1592 pontos, a 30 pontos da 1ª classificada Espanha).
Penso, e espero que a 3ª Jornada frente ao Brasil, seja o jogo que ditará o 1º e 2 º classificado do grupo G, com os intervenientes já apurados.
Com este meu ponto de vista, é óbvio que coloco mais responsabilidades e dificuldades no jogo da 1 ª jornada frente à Costa do Marfim, pois trata se do 1º jogo, e de uma selecção forte (uma das mais, se não a mais forte do continente Africano).
No que respeita à selecção Norte Coreana, não menosprezando a mesma, mas de referir que é, à partida, a selecção com menos possibilidades e capacidades de passar, se bem que, tem a seu favor um estilo idêntico ao de Otto Rehhagel na selecção Grega (Greco - Germâncico), onde se privilegia, e muito a Organização defensiva, o que pode dificultar,e muito, a vida aos adversários.
Quanto à calendarização do Grupo G :

O Professor Carlos Queiroz já definiu onde irá ser o quartel general da Selecção Nacional Portuguesa em África do Sul.
Gauteng é a mais pequena província da África do Sul, mas também a mais populosa, uma vez que contempla toda a zona da cidade de Joanesburgo.
O número de habitantes desta região é aproximado ao de Portugal (10,5 milhões de pessoas).
A escolha de Gauteng obriga a uma viagem relativamente longa até à Cidade do Cabo.
De Joanesburgo até à cidade que acolhe o jogo com a Coreia do Norte são aproximadamente 1400 quilómetros.
Em todo o caso é uma viagem que demora pouco mais de duas horas, se for feita de avião.
Salientar que a nível de altitude (pressão atmosférica), Portugal estará a treinar num dos locais mais altos, para assim se adaptar a jogos em que se verifique estas condições (perspicácia e inteligência do staff técnico, que demonstra desde já grande capacidade de metodologia de treino, preferindo treinar sempre, em condições o mais semelhante possível, às que contemplarão nos jogos).
Ainda sobre o nosso mister, de referir que será o 7º mais bem pago entre os 32 técnicos que irão estar presentes na contenda, com um salário a rondar os 1.350.000 milhões de euros por ano.
Fábio Capello (Inglaterra; 8, 8 milhões), Marcelo Lippi (Itália; 3 Milhões), Joachim Low (Alemanha; 2,5 Milhões), já asseguraram os 3 primeiros lugares, pelo menos ao nível do assalariado, quanto a Dunga, recebe uns irrisórios 800 mil euros (comparando com Capello, são só, menos 8 Milhões).
Na tabela de salários, aparece em 32º o selecionador Nigeriano, Shaibu Amodu com 125 mil euros por ano, ou seja, inferior a salários mensais de alguns jogadores do nosso campeonato……
Enfim assim vai a caravana rumo a África do Sul ……
No próximo post, desmistificar a selecção da Coreia do Norte…
Vamos lá Heróis do Mar!!!
De Olhão para Joanesburgo
Publicada por
João Guerra
on terça-feira, 17 de novembro de 2009
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Apuramento,
Bósnia,
Fábio Coentrão,
Miguel Vitor,
Mundial,
Oceano,
Prof. Carlos Queiroz,
Seleção Portuguesa,
Sub-21
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Antes de me alongar, começar por falar na nossa selecção sub-21, que obteve hoje fundamental vitória em Olhão sobre a congénere selecção Grega, por 2-1 (Rui Pedro, Yazalde; Dimoutsos).Excelente resultado dos comandados de Oceano Cruz, Paulo Alves, José Laço (para quem envio um cumprimento especial) que bateram os lideres do grupo 9 de qualificação para o Europeu de 2011.
Neste momento o grupo encontra se assim:
1º Grécia 13 pontos/6 jogos
2º Inglaterra 11/5
3º PORTUGAL 7/5
4º Lituânia 5/6
5º Macedónia 2/6
À nossa equipa falta três jogos, a viagem à Lituânia, recepção a Inglaterra e Macedónia (tudo em 2010).
Pessoalmente acredito neste apuramento, assim como acredito no que poderá acontecer amanha na Bósnia.
Desta selecção de realçar o sector defensivo (Carriço, Miguel Vítor, Fábio Faria, Pereirinha) e sector atacante (Ukra, Fábio Coentrão, que neste momento se encontra ao serviço dos AA, e por último Yazalde).
Sem dúvida dois sectores bem apetrechados de 1as opções.
Individualmente, gosto bastante de Yazalde, penso ter ainda muita margem de progressão, e ainda falta Orlando Sá…
Para os lados de Sarajevo (onde foi vergonhoso a recepção a Portugal, digno de países subdesenvolvidos) joga se a 2ª parte (Zenica) do Euromilhões da FP Futebol, e devo dizer que os comentários de postura agressiva e impetuosidade de Blazevic não passam de mind games (virtude reconhecida ao treinador por muitos analistas).A mim, apenas me transmite o verdadeiro sentimento / pensamento de Blazevic, que é o de estar neste momento com um pé fora do Mundial, e este discurso não passa de manobra de incentivo e confiança para os seus jogadores, mas no entanto, sabendo que as hipóteses são remotas tentará dar a volta aos acontecimentos, para tal irá colocar a carne toda no assador, sendo presumível que não descurará a sua estabilidade e organização defensiva.
Na minha óptica o segredo deste jogo reside em duas variantes, tempo / posse de bola, quanto mais tempo Portugal tiver a posse de bola, mais ansiedade terá o adversário, daí advirá menos concentração, expondo se mais ao erro, sendo que, com o passar do tempo táctica e naturalmente a selecção da Bósnia obriga se a expor se ao erro.
A Portugal cabe saber realizar uma manutenção e rentabilização da posse de bola, sabendo também sair das zonas de Pressing que serão instauradas (e que devem ser zonas de Pressing altas).
No que ao plano de jogo Português diz respeito, apostava num 4-4-2 clássico, jogando em largura e profundidade, para ao mínimo erro adversário carimbar a passagem para África e encher os cofres da FPF.
Como acredito, confio e sou apologista do mister Queiroz (que sempre apoiei), deixo ao critério do mesmo o plano de jogo (para mim o ponto fraco do nosso seleccionador) a executar amanha. Carlos Queiroz ainda vai dar que falar pela positiva…….Força Portugal!
Quem Somos
António Pista
Benfiquista, Socialista, Economista. Não necessariamente sempre por esta ordem. Aqui falarei apenas de futebol, do Benfica em particular, mas nunca esquecendo particularidades interessantes que vão acontecendo.
João Guerra
Benfiquista dos sete costados. Acima de tudo racional nas declarações proferidas. Venho falar do quotidiano do meu Benfica e de tudo o que de relevante se relacione com o Desporto Rei. Benfiquista ao nascer, Benfiquista até morrer!!
Benfiquista, Socialista, Economista. Não necessariamente sempre por esta ordem. Aqui falarei apenas de futebol, do Benfica em particular, mas nunca esquecendo particularidades interessantes que vão acontecendo.
João Guerra
Benfiquista dos sete costados. Acima de tudo racional nas declarações proferidas. Venho falar do quotidiano do meu Benfica e de tudo o que de relevante se relacione com o Desporto Rei. Benfiquista ao nascer, Benfiquista até morrer!!
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